{"id":886,"date":"2025-10-29T15:16:28","date_gmt":"2025-10-29T18:16:28","guid":{"rendered":"https:\/\/solidaritas.blog\/?p=886"},"modified":"2025-11-09T13:54:09","modified_gmt":"2025-11-09T16:54:09","slug":"mulheres-em-situacao-de-rua-cuidado-integral-maternidade-e-protecao-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/mulheres-em-situacao-de-rua-cuidado-integral-maternidade-e-protecao-social\/","title":{"rendered":"Mulheres em situa\u00e7\u00e3o de rua: cuidado integral, maternidade e prote\u00e7\u00e3o social"},"content":{"rendered":"<div>\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile has-base-3-color has-contrast-3-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-49f77724503c05c2620d30fb6d96be05\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/BANNER-DIA-1-TARDE-SEMINARIO-POPRUA-DF-1-819x1024.png\" alt=\"Banner do Semin&aacute;rio Internacional com informa&ccedil;&otilde;es sobre cuidados e direitos da popula&ccedil;&atilde;o de rua.\" class=\"wp-image-854 size-full\" srcset=\"https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/BANNER-DIA-1-TARDE-SEMINARIO-POPRUA-DF-1-819x1024.png 819w, https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/BANNER-DIA-1-TARDE-SEMINARIO-POPRUA-DF-1-240x300.png 240w, https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/BANNER-DIA-1-TARDE-SEMINARIO-POPRUA-DF-1-768x960.png 768w, https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/BANNER-DIA-1-TARDE-SEMINARIO-POPRUA-DF-1-10x12.png 10w, https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/BANNER-DIA-1-TARDE-SEMINARIO-POPRUA-DF-1.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\"\/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-medium-font-size\">Foram dois dias intensos na Fiocruz Bras&iacute;lia (22 e 23 de outubro). Debates, experi&ecirc;ncias e vozes que mostraram por que cuidar &eacute; reconhecer. Aqui, voc&ecirc; acompanha uma s&eacute;rie de mat&eacute;rias exclusivas sobre o Semin&aacute;rio Internacional <em>Pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua: cuidado integral e direitos j&aacute;<\/em><\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A mesa &ldquo;Mulheres em Situa&ccedil;&atilde;o de Rua: Cuidado Integral, Maternidade e Prote&ccedil;&atilde;o Social na Perspectiva da Equidade de G&ecirc;nero e Ra&ccedil;a&rdquo;, realizada no Semin&aacute;rio Internacional sobre Popula&ccedil;&atilde;o em Situa&ccedil;&atilde;o de Rua: Cuidado Integral e Direitos J&aacute;, na Fiocruz Bras&iacute;lia, reuniu tr&ecirc;s vozes fundamentais para compreender como g&ecirc;nero, ra&ccedil;a e classe moldam a experi&ecirc;ncia de mulheres em situa&ccedil;&atilde;o de rua.<\/p>\n\n\n\n<p>As exposi&ccedil;&otilde;es de Florencia Montes Paez, Yara Flor Richwin e Joana D&rsquo;arc Baz&iacute;lio revelaram que a maternidade pode ser simultaneamente territ&oacute;rio de viol&ecirc;ncia institucional e motor de reorganiza&ccedil;&atilde;o subjetiva. Elas apontaram a urg&ecirc;ncia de pol&iacute;ticas que assegurem o cuidado integral, reconhe&ccedil;am a pluralidade das maternidades e combatam a racializa&ccedil;&atilde;o da pobreza, que resulta em interdi&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica de v&iacute;nculos familiares.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Florencia Montes Paez: cuidado desde as pr&oacute;prias trajet&oacute;rias<\/h2>\n\n\n\n<p>Florencia Montes Paez apresentou a organiza&ccedil;&atilde;o transfeminista argentina &ldquo;N&atilde;o T&atilde;o Distintas&rdquo;, formada por mulheres, pessoas trans e dissid&ecirc;ncias que viveram ou vivem nas ruas. A entidade mant&eacute;m a&ccedil;&otilde;es de acolhimento e autonomia que incluem um centro de dia e o projeto La Madre Que No Fui (voltado a mulheres que perderam a guarda de seus filhos). Al&eacute;m disso, oferece acompanhamento individual para demandas de sa&uacute;de e processos legais, duas casas comunit&aacute;rias, um n&uacute;cleo produtivo de encaderna&ccedil;&atilde;o, forma&ccedil;&otilde;es sobre acompanhamento transfeminista e uma editora pr&oacute;pria, respons&aacute;vel pelo livro <em>Acompanhar &eacute; pol&iacute;tico<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Florencia explicou que a organiza&ccedil;&atilde;o possui quatro camadas de atua&ccedil;&atilde;o: assist&ecirc;ncia direta nas ruas, cria&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os pr&oacute;prios para mulheres e dissid&ecirc;ncias, atua&ccedil;&atilde;o institucional em pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e autogest&atilde;o. S&atilde;o camadas coexistentes, n&atilde;o etapas lineares. Todas expressam respostas concretas &agrave; viol&ecirc;ncia, &agrave; exclus&atilde;o e &agrave; pobreza.<\/p>\n\n\n\n<p>A conflu&ecirc;ncia regional Rutas Ruas Transfeministas Sudacas, parceira da Rede Rua no Brasil, busca criar um corredor pol&iacute;tico latino-americano para abordar g&ecirc;nero e situa&ccedil;&atilde;o de rua desde o Sul global.<\/p>\n\n\n\n<p>Em sua exposi&ccedil;&atilde;o, Florencia afirmou que o transfeminismo n&atilde;o se limita &agrave; defesa de identidades, mas prop&otilde;e outra forma de acompanhar: compartilhando a dimens&atilde;o dolorosa, complexa e frequentemente frustrante do cuidado. Trata-se de construir v&iacute;nculos sem romantiza&ccedil;&atilde;o da rua, reconhecendo os desafios reais e a necessidade de autonomia.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a crise econ&ocirc;mica da Argentina, a sustentabilidade dos espa&ccedil;os comunit&aacute;rios tornou-se cr&iacute;tica. Florencia pediu apoio e divulga&ccedil;&atilde;o, destacando que a for&ccedil;a da organiza&ccedil;&atilde;o vem do v&iacute;nculo entre suas integrantes, pois ali h&aacute; amor e acolhimento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Semin&aacute;rio Internacional Pessoas em Situa&ccedil;&atilde;o de Rua: cuidado integral e direitos j&aacute;! (22\/10) - Tarde\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/aRfSg8xZmyA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Yara Flor Richwin: maternidade como abertura subjetiva<\/h2>\n\n\n\n<p>A psic&oacute;loga Yara Flor Richwin apresentou resultados de dois anos de pesquisa e atendimento territorial em sa&uacute;de mental. Embora a maternidade n&atilde;o fosse foco inicial, emergiu de forma recorrente na escuta de mulheres em situa&ccedil;&atilde;o de rua. Segundo Yara, a maternidade aparece como momento decisivo, atravessado por dor, viol&ecirc;ncia, possibilidades de transforma&ccedil;&atilde;o e reorganiza&ccedil;&atilde;o da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Para compreend&ecirc;-la, Yara recorreu ao conceito de &ldquo;hierarquias reprodutivas&rdquo;, que distingue maternidades valorizadas e maternidades desqualificadas. Nas ruas, as maternidades de mulheres negras e pobres s&atilde;o sistematicamente interditadas. Elas s&atilde;o associadas automaticamente &agrave; incapacidade, uso de drogas ou crime. Essa l&oacute;gica sustenta separa&ccedil;&otilde;es familiares, ainda que o Estatuto da Crian&ccedil;a e do Adolescente pro&iacute;ba rompimentos motivados por vulnerabilidade socioecon&ocirc;mica.<\/p>\n\n\n\n<p>Yara destacou que a gesta&ccedil;&atilde;o e o puerp&eacute;rio produzem aberturas subjetivas que favorecem v&iacute;nculos, redes afetivas e reorganiza&ccedil;&atilde;o de projetos. Muitas mulheres interrompem o uso de drogas, deixam o crime, buscam apoio e projetam novos futuros. A maternidade, para elas, n&atilde;o &eacute; apenas<em> locus<\/em> de opress&atilde;o, mas oportunidade de reconstru&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante do risco de separa&ccedil;&atilde;o, mulheres desenvolvem estrat&eacute;gias de resist&ecirc;ncia. Em geral, acionam arranjos ampliados de cuidado com av&oacute;s, tias e redes comunit&aacute;rias, pr&aacute;ticas enraizadas em tradi&ccedil;&otilde;es afro-ind&iacute;genas. Isso rompe a expectativa de cuidado centrado na m&atilde;e e revela maternidades compartilhadas, sem que o v&iacute;nculo simb&oacute;lico se fragilize.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Yara, reconhecer essas pr&aacute;ticas requer abandonar vis&otilde;es moralizantes e compreender a maternidade como exerc&iacute;cio pol&iacute;tico de inven&ccedil;&atilde;o e resist&ecirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Joana D&rsquo;arc Baz&iacute;lio: maternidade como afirma&ccedil;&atilde;o de pot&ecirc;ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>Joana D&rsquo;arc Baz&iacute;lio, do Movimento Nacional da Popula&ccedil;&atilde;o em Situa&ccedil;&atilde;o de Rua e do CIAMP-Rua Nacional, apresentou sua trajet&oacute;ria como mulher preta com experi&ecirc;ncia direta de rua. Ela ressaltou que, embora hoje ocupe espa&ccedil;os institucionais, sua legitimidade depende de permanecer em di&aacute;logo com mulheres nos territ&oacute;rios, escutando suas demandas de forma cont&iacute;nua.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua sa&iacute;da das ruas foi impulsionada pela maternidade. Em um momento de extrema vulnerabilidade, cogitou entregar seu filho, acreditando n&atilde;o ter condi&ccedil;&otilde;es de cuidar dele, ideia alimentada pela viol&ecirc;ncia simb&oacute;lica de ser constantemente considerada incapaz. Ao tornar-se m&atilde;e, entretanto, reconstruiu sua trajet&oacute;ria e hoje cria sozinha quatro de seus oito filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Joana relatou ter sido diagnosticada como incapaz por um psiquiatra, o que refor&ccedil;ou a interdi&ccedil;&atilde;o institucional de sua maternidade. Contestou o processo afirmando que apenas quem enfrenta gesta&ccedil;&atilde;o e parto poderia julg&aacute;-la enquanto m&atilde;e.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua pr&aacute;tica cotidiana &eacute; criar meninas negras empoderadas, ensinando-as a reconhecer valor e direitos. Para ela, ocupar espa&ccedil;os institucionais &eacute; menos sobre poder e mais sobre garantir que pol&iacute;ticas sejam formuladas ouvindo mulheres diretamente afetadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Relatou o marco do primeiro Encontro Nacional de Mulheres em Situa&ccedil;&atilde;o de Rua, organizado por mulheres negras com trajet&oacute;ria de rua. O encontro afirmou a presen&ccedil;a pol&iacute;tica dessas mulheres e refor&ccedil;ou a necessidade de pol&iacute;ticas espec&iacute;ficas.<\/p>\n\n\n\n<p>Joana concluiu que sua luta n&atilde;o &eacute; por protagonismo, mas por transforma&ccedil;&atilde;o. Mulheres em situa&ccedil;&atilde;o de rua devem ocupar espa&ccedil;os porque s&atilde;o pot&ecirc;ncia: ningu&eacute;m melhor do que elas para construir pol&iacute;ticas que acolham e garantam futuro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Converg&ecirc;ncias<\/h2>\n\n\n\n<p>As tr&ecirc;s falas convergem em pontos centrais. A maternidade &eacute; campo de disputa social, pol&iacute;tica e institucional. A viol&ecirc;ncia estrutural, impulsionada por racismo, classe e g&ecirc;nero, interdita maternidades negras e pobres. Mulheres resistem, criando arranjos de cuidado compartilhado e projetos de autonomia. O cuidado integral exige v&iacute;nculo, escuta e reconhecimento das trajet&oacute;rias. Pol&iacute;ticas devem ser constru&iacute;das com participa&ccedil;&atilde;o direta das mulheres, valorizando sua ag&ecirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>A mesa mostrou que proteger mulheres em situa&ccedil;&atilde;o de rua implica abandonar abordagens punitivas e reconhecer a maternidade como espa&ccedil;o de inven&ccedil;&atilde;o, autonomia e luta por direitos. O cuidado integral acontece quando a pol&iacute;tica &eacute; feita com elas. A rua pode ser territ&oacute;rio de viol&ecirc;ncia, mas tamb&eacute;m de reinven&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\">\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Leia tamb&eacute;m <\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cobertura do dia 22 de outubro de 2025<\/h3>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/das-calcadas-as-politicas-de-estado-vozes-e-caminhos-por-um-cuidado-integral-a-populacao-em-situacao-de-rua-i\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Mesa de Abertura<\/a><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Mesa redonda internacional<\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/seminario-cuidado-direitos-e-dignidade-caminhos-para-enfrentar-a-exclusao-nas-ruas\/\" title=\"\">Que mundo &eacute; esse? Realidades e possibilidades de transforma&ccedil;&atilde;o para prote&ccedil;&atilde;o social da popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel I <\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/mortalidade-dados-e-urgencia-politica-poprua-no-centro-do-debate-na-fiocruz-brasilia\/\" title=\"\">N&atilde;o somos invis&iacute;veis: informa&ccedil;&otilde;es para as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel II<\/strong> : <strong>Mulheres em situa&ccedil;&atilde;o de rua: cuidado integral, maternidade e prote&ccedil;&atilde;o social na perspectiva da equidade de g&ecirc;nero e ra&ccedil;a<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Trilhas convida<\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/pe-julio-lancellotti-politicas-publicas-mantem-pobreza-e-sacrificam-populacao-de-rua\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Pe. J&uacute;lio Lancellotti<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel III<\/strong>: <s>O direito &agrave; prote&ccedil;&atilde;o social e ao cuidado em sa&uacute;de no Brasil.<\/s><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cobertura do dia 23 de outubro de 2025<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Painel IV<\/strong> : <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/morar-na-rua-nao-e-escolha-desafios-e-avancos-no-cuidado-a-populacao-em-situacao-de-rua\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Experi&ecirc;ncias de cuidado I<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel V<\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/moradia-cuidado-e-rede-estrategias-que-estao-mudando-o-enfrentamento-a-exclusao-social\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Experi&ecirc;ncias de cuidado II<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel VI<\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/mulheres-em-situacao-de-rua-cuidado-integral-maternidade-e-protecao-social\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">O papel da justi&ccedil;a na atua&ccedil;&atilde;o sobre a popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mesa-redonda<\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/desafios-estruturais-e-urgencias-do-plano-ruas-visiveis-vozes-da-rua-tensionam-politicas-publicas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Desafios e pot&ecirc;ncias do plano <em>Ruas Vis&iacute;veis<\/em> como estrat&eacute;gia de pol&iacute;tica p&uacute;blica &ndash; CIAMP\/RUA nacional<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesa destaca maternidade como pot&ecirc;ncia, resist&ecirc;ncia e alvo de viol&ecirc;ncia institucional entre mulheres em situa&ccedil;&atilde;o de rua, com foco em equidade de g&ecirc;nero e ra&ccedil;a.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":827,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":""},"categories":[41],"tags":[],"class_list":["post-886","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","generate-columns","tablet-grid-50","mobile-grid-100","grid-parent","grid-33"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/886","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=886"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/886\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":983,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/886\/revisions\/983"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/827"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=886"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=886"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=886"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}