{"id":888,"date":"2025-10-29T15:20:15","date_gmt":"2025-10-29T18:20:15","guid":{"rendered":"https:\/\/solidaritas.blog\/?p=888"},"modified":"2025-11-09T13:53:36","modified_gmt":"2025-11-09T16:53:36","slug":"justica-em-alerta-brasil-falha-em-garantir-direitos-basicos-a-populacao-em-situacao-de-rua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/justica-em-alerta-brasil-falha-em-garantir-direitos-basicos-a-populacao-em-situacao-de-rua\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a em alerta: Brasil falha em garantir direitos b\u00e1sicos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua"},"content":{"rendered":"<div>\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile is-image-fill-element has-contrast-3-background-color has-background\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SEMINARIO-INTERNACIONAL-POPRUA-Dia-2-TARDE-819x1024.png\" alt=\"Cartaz do Semin&aacute;rio Internacional com informa&ccedil;&otilde;es sobre cuidados e direitos de pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua.\" class=\"wp-image-904 size-full\" style=\"object-position:50% 50%\" srcset=\"https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SEMINARIO-INTERNACIONAL-POPRUA-Dia-2-TARDE-819x1024.png 819w, https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SEMINARIO-INTERNACIONAL-POPRUA-Dia-2-TARDE-240x300.png 240w, https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SEMINARIO-INTERNACIONAL-POPRUA-Dia-2-TARDE-768x960.png 768w, https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SEMINARIO-INTERNACIONAL-POPRUA-Dia-2-TARDE-10x12.png 10w, https:\/\/solidaritas.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SEMINARIO-INTERNACIONAL-POPRUA-Dia-2-TARDE.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\"\/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-base-3-color has-contrast-3-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8ef6cf798aa3599c21a13e97e23ed08b\">Foram dois dias intensos na Fiocruz Bras&iacute;lia (22 e 23 de outubro). Debates, experi&ecirc;ncias e vozes que mostraram por que cuidar &eacute; reconhecer. Aqui, voc&ecirc; acompanha uma s&eacute;rie de mat&eacute;rias exclusivas sobre o Semin&aacute;rio Internacional <em>Pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua: cuidado integral e direitos j&aacute;<\/em>.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A mesa &ldquo;O papel da Justi&ccedil;a na atua&ccedil;&atilde;o junto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua&rdquo;, realizada no dia 23 de outubro, no <em>Semin&aacute;rio Internacional sobre Popula&ccedil;&atilde;o em Situa&ccedil;&atilde;o de Rua: Cuidado Integral e Direitos J&aacute;<\/em>, na Fiocruz Bras&iacute;lia, reuniu operadores do Direito e pesquisadores para expor limites, contradi&ccedil;&otilde;es e possibilidades do sistema de justi&ccedil;a diante da viola&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica de direitos fundamentais. A conversa partiu da constata&ccedil;&atilde;o de que o Judici&aacute;rio chega sempre tardiamente, quando j&aacute; houve falha de todas as outras esferas estatais e sociais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O Judici&aacute;rio como &uacute;ltima linha<\/h2>\n\n\n\n<p>Mediador da mesa, o advogado e pesquisador Igor Rodrigues abriu a discuss&atilde;o destacando a gravidade do cen&aacute;rio. Segundo ele, quando uma demanda envolvendo a popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua chega ao Judici&aacute;rio, significa que todas as etapas anteriores de prote&ccedil;&atilde;o e cuidado j&aacute; falharam. Trata-se da &uacute;ltima trincheira da cidadania, acionada quando os demais mecanismos n&atilde;o responderam.<\/p>\n\n\n\n<p>Rodrigues alertou para o que chamou de &ldquo;redentorismo do Judici&aacute;rio&rdquo;, a cren&ccedil;a de que o sistema judicial poderia resolver, sozinho, a profunda crise social que empurra milhares de pessoas para a rua. A A&ccedil;&atilde;o de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) sobre popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua, ajuizada apenas em 2023, foi lembrada como exemplo: embora celebrada, chegou mais de 15 anos depois da iniciativa semelhante na Col&ocirc;mbia, o que demonstra lentid&atilde;o estrutural na rea&ccedil;&atilde;o institucional brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>O pesquisador tamb&eacute;m chamou aten&ccedil;&atilde;o para o uso superficial do termo &ldquo;multicausal&rdquo; para descrever o fen&ocirc;meno da popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua. Para ele, dizer que o problema &eacute; multicausal n&atilde;o explica nada se n&atilde;o se encara sua raiz: o colapso da capacidade do capitalismo contempor&acirc;neo de incluir as pessoas via trabalho e cidadania. Nesse contexto, a popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua exp&otilde;e a fissura do sistema, pois n&atilde;o &eacute; incorporada ao circuito de valor, tornando-se descart&aacute;vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Rodrigues defendeu que a situa&ccedil;&atilde;o de rua &eacute; o principal espelho da crise social brasileira. Segundo ele, o pa&iacute;s produz &ldquo;tsunamis de descarte humano&rdquo;, fen&ocirc;meno vis&iacute;vel em grandes e pequenas cidades, e a popula&ccedil;&atilde;o de rua &eacute; o objeto que conecta fracassos p&uacute;blicos, aus&ecirc;ncia de alternativas e aprofundamento das desigualdades.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">PopRuaJud e a quebra de barreiras<\/h2>\n\n\n\n<p>A ju&iacute;za federal Luciana Ortiz, coordenadora do Comit&ecirc; PopRuaJud do CNJ, refor&ccedil;ou a leitura de Rodrigues, mas voltou o foco para as fronteiras do pr&oacute;prio Judici&aacute;rio. Para ela, embora o sistema n&atilde;o deva assumir o papel do Executivo, n&atilde;o pode se omitir diante de um &ldquo;estado incondicional de coisas&rdquo;, express&atilde;o usada para descrever a completa aus&ecirc;ncia de direitos para essa popula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ortiz destacou os obst&aacute;culos concretos para o acesso &agrave; justi&ccedil;a. A aus&ecirc;ncia de documenta&ccedil;&atilde;o civil permanece como barreira central: sem identidade ou comprovante de resid&ecirc;ncia, grande parte das pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua sequer consegue ingressar fisicamente em tribunais. Some-se a isso a exclus&atilde;o digital, agravada pelo funcionamento predominantemente virtual do Judici&aacute;rio. Em muitos casos, relatou, pessoas s&atilde;o barradas &agrave; porta de f&oacute;runs por estarem de chinelo ou bermuda.<\/p>\n\n\n\n<p>A magistrada apresentou a <a href=\"https:\/\/atos.cnj.jus.br\/atos\/detalhar\/4169\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Resolu&ccedil;&atilde;o 425\/2021 do CNJ<\/a>, que instituiu a pol&iacute;tica judicial de aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua. A norma, elaborada em processo coletivo com movimentos sociais e organiza&ccedil;&otilde;es civis, definiu eixos de a&ccedil;&atilde;o que incluem emiss&atilde;o de documenta&ccedil;&atilde;o civil, fluxos processuais permanentes, trabalho em rede e governan&ccedil;a articulada nos estados.<\/p>\n\n\n\n<p>Ortiz relatou ainda os avan&ccedil;os na cria&ccedil;&atilde;o de comit&ecirc;s estaduais PopRuaJud em todo o pa&iacute;s. Para ela, a atua&ccedil;&atilde;o em rede &eacute; essencial porque a presta&ccedil;&atilde;o jurisdicional jamais ser&aacute; suficiente se isolada. A emiss&atilde;o de documentos durante mutir&otilde;es &eacute; vista como a&ccedil;&atilde;o concreta de cidadania capaz de destravar o acesso a benef&iacute;cios sociais, aposentadorias e outros direitos. Casos recentes ilustram os efeitos dessa atua&ccedil;&atilde;o, incluindo concess&atilde;o de benef&iacute;cio assistencial com valores retroativos expressivos para pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua.<\/p>\n\n\n\n<p>A ju&iacute;za citou iniciativas para enfrentar quest&otilde;es estruturais, como o fluxo destinado a pessoas rec&eacute;m-egressas do sistema penal, que muitas vezes migram diretamente para as ruas por falta de alternativas. Tamb&eacute;m mencionou a gravidade das a&ccedil;&otilde;es institucionais de retirada de beb&ecirc;s de m&atilde;es em situa&ccedil;&atilde;o de rua, pr&aacute;tica que classificou como uma das mais impactantes e urgentes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Semin&aacute;rio Internacional Pessoas em Situa&ccedil;&atilde;o de Rua: cuidado integral e direitos j&aacute;! (23\/10) - Tarde\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/WaZKvDfC0_Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A moradia como motor de direitos<\/h2>\n\n\n\n<p>A promotora Giovanna Mello, do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, levou &agrave; mesa a centralidade do direito &agrave; moradia como eixo estruturante de todos os demais direitos. Segundo ela, o acesso &agrave; moradia &eacute; o que possibilita o exerc&iacute;cio efetivo de outras garantias, como sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o social.<\/p>\n\n\n\n<p>Mello relatou casos que revelam a impossibilidade material do cumprimento de recomenda&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de por pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua. Pacientes com tuberculose, por exemplo, recusavam tratamento porque sabiam que seus efeitos colaterais seriam vivenciados nas ruas, sem qualquer suporte, e n&atilde;o porque rejeitassem o cuidado.<\/p>\n\n\n\n<p>A promotora destacou a import&acirc;ncia da atua&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico na media&ccedil;&atilde;o com programas habitacionais. Ela relatou experi&ecirc;ncias que permitiram inserir grupos de pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua em programas de moradia, mesmo diante da l&oacute;gica de deslocamento para regi&otilde;es perif&eacute;ricas, historicamente criticada por romper v&iacute;nculos territoriais. Solu&ccedil;&otilde;es mais recentes, como a democratiza&ccedil;&atilde;o de im&oacute;veis da Uni&atilde;o, foram apontadas como alternativas para garantir moradias centrais, pr&oacute;ximas &agrave;s redes de apoio.<\/p>\n\n\n\n<p>Mello alertou ainda para o risco de desligamento precoce dessa popula&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os da rede socioassistencial ap&oacute;s o acesso a uma moradia. Para ela, essa fase representa &ldquo;supera&ccedil;&atilde;o da rua&rdquo;, o que exige manuten&ccedil;&atilde;o do suporte. Sem isso, o retorno &agrave;s ruas se torna muito prov&aacute;vel.<\/p>\n\n\n\n<p>A promotora lembrou que a aus&ecirc;ncia de censos nacionais atualizados compromete a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas adequadas. Ao mesmo tempo, destacou a import&acirc;ncia da fiscaliza&ccedil;&atilde;o dos equipamentos destinados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua, apontando que muitos deles est&atilde;o superlotados e frequentemente inadequados, especialmente quando acolhem pessoas idosas que exigem cuidados espec&iacute;ficos.<\/p>\n\n\n\n<p>O per&iacute;odo da pandemia foi mencionado como exemplo extremo da neglig&ecirc;ncia hist&oacute;rica. Mello relatou o estranhamento de moradores ao verem pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua tentando acessar servi&ccedil;os b&aacute;sicos durante o per&iacute;odo de isolamento. Ao mesmo tempo, chamou aten&ccedil;&atilde;o para a rapidez com que improvisos foram acionados quando o enfrentamento da pandemia exigiu a&ccedil;&atilde;o imediata, defendendo que essa agilidade deveria se tornar regra, n&atilde;o exce&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Nome, hist&oacute;ria e sobreviv&ecirc;ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>Encerrando a mesa, a ju&iacute;za Raquel Chrispino, do Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio de Janeiro, trouxe ao debate a perspectiva da documenta&ccedil;&atilde;o civil como base do exerc&iacute;cio de todos os direitos. Sua apresenta&ccedil;&atilde;o partiu de uma experi&ecirc;ncia de mais de uma d&eacute;cada com emiss&atilde;o de documentos em territ&oacute;rios vulnerabilizados, incluindo a atua&ccedil;&atilde;o em um &ocirc;nibus itinerante dedicado &agrave; erradica&ccedil;&atilde;o do subregistro.<\/p>\n\n\n\n<p>Chrispino explicou que o registro civil &eacute; um direito humano em si mesmo. Ele acessa dimens&otilde;es essenciais: nome, filia&ccedil;&atilde;o, nacionalidade, ancestralidade e ciclo da vida. Falhas nesse registro geram apagamento biogr&aacute;fico, afetando a subjetividade. Em muitos casos, afirmou, pessoas eram registradas d&eacute;cadas depois do nascimento e choravam ao receber o documento, n&atilde;o por acesso a benef&iacute;cios, mas porque recuperavam a hist&oacute;ria.<\/p>\n\n\n\n<p>A ju&iacute;za detalhou ainda a chamada &ldquo;cadeia documental&rdquo;. Antes, a emiss&atilde;o de um documento dependia de outro, criando um labirinto burocr&aacute;tico que perpetuava a exclus&atilde;o. A Carteira de Identidade Nacional, segundo ela, simplifica parte dessa cadeia ao integrar outros registros e facilitar o acesso a direitos sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Chrispino destacou tamb&eacute;m desafios relacionados ao registro de &oacute;bitos. Pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua frequentemente morrem sem documenta&ccedil;&atilde;o, sem registro de &oacute;bito e sem possibilidade de serem veladas por seus pares ou familiares. A ju&iacute;za apontou esse apagamento final como viola&ccedil;&atilde;o de direitos humanos e destacou decis&otilde;es que permitem a libera&ccedil;&atilde;o de corpos a amigos que desejam realizar ritos f&uacute;nebres.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao final, Chrispino defendeu mudan&ccedil;as de fluxo e governan&ccedil;a capazes de tornar o Judici&aacute;rio mais acess&iacute;vel, humano e eficiente. Para ela, trabalhar em rede e enfrentar o subregistro &eacute; condi&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima para garantir o acesso &agrave; cidadania.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\">\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Leia tamb&eacute;m <\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cobertura do dia 22 de outubro de 2025<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/das-calcadas-as-politicas-de-estado-vozes-e-caminhos-por-um-cuidado-integral-a-populacao-em-situacao-de-rua-i\/\" title=\"\">Mesa de abertura<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Mesa redonda internacional<\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/seminario-cuidado-direitos-e-dignidade-caminhos-para-enfrentar-a-exclusao-nas-ruas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Que mundo &eacute; esse? Realidades e possibilidades de transforma&ccedil;&atilde;o para prote&ccedil;&atilde;o social da popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel I <\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/mortalidade-dados-e-urgencia-politica-poprua-no-centro-do-debate-na-fiocruz-brasilia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">N&atilde;o somos invis&iacute;veis: informa&ccedil;&otilde;es para as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel II<\/strong> : <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/mulheres-em-situacao-de-rua-cuidado-integral-maternidade-e-protecao-social\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Mulheres em situa&ccedil;&atilde;o de rua: cuidado integral, maternidade e prote&ccedil;&atilde;o social na perspectiva da equidade de g&ecirc;nero e ra&ccedil;a<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Trilhas convida<\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/pe-julio-lancellotti-politicas-publicas-mantem-pobreza-e-sacrificam-populacao-de-rua\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Pe. J&uacute;lio Lancellotti<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel III<\/strong>: <s>O direito &agrave; prote&ccedil;&atilde;o social e ao cuidado em sa&uacute;de no Brasil.<\/s><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cobertura do dia 23 de outubro de 2025<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Painel IV<\/strong> : <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/morar-na-rua-nao-e-escolha-desafios-e-avancos-no-cuidado-a-populacao-em-situacao-de-rua\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Experi&ecirc;ncias de cuidado I<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel V<\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/moradia-cuidado-e-rede-estrategias-que-estao-mudando-o-enfrentamento-a-exclusao-social\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Experi&ecirc;ncias de cuidado II<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Painel VI<\/strong>: <strong>O papel da justi&ccedil;a na atua&ccedil;&atilde;o sobre a popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mesa-redonda<\/strong>: <a href=\"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/desafios-estruturais-e-urgencias-do-plano-ruas-visiveis-vozes-da-rua-tensionam-politicas-publicas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Desafios e pot&ecirc;ncias do plano <em>Ruas Vis&iacute;veis<\/em> como estrat&eacute;gia de pol&iacute;tica p&uacute;blica &ndash; CIAMP\/RUA nacional<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\">\n\n\n\n<p>Legenda da foto: Da esquerda para a direita, Raquel Chrispino; Luciana Ortiz; Igor Rodrigues e Giovana Mello .<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesa exp&otilde;e limites e avan&ccedil;os da Justi&ccedil;a diante da viola&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica de direitos da popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de rua, com foco em moradia, documentos e acesso.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":923,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":""},"categories":[41],"tags":[],"class_list":["post-888","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","generate-columns","tablet-grid-50","mobile-grid-100","grid-parent","grid-33"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/888","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=888"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/888\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":982,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/888\/revisions\/982"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/923"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=888"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=888"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/solidaritas.blog\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=888"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}